clique aqui para voltar pra home
 versão inglês contato clique aqui para voltar pra home   
 
 
 
23.12.2009
 
SUSTENTABILIDADE
Indústria retomará investimentos em 2010, diz CNI
 
Fonte: VALOR ECONÔMICO -SP

Depois de um ano de ECONOMIA em estagnação, quando o produto INDUSTRIAL chegou a cair 4,5%, a indústria retomará, no próximo ano, os projetos adiados de INVESTIMENTO, impulsionada pelo MERCADO interno, informa a Confederação Nacional da Indústria (CNI), na edição especial de fim de ano de seu Informe Conjuntural.

Os investimentos, que caíram 10,8% neste ano, aumentarão 14% no ano que vem, elevando a taxa de investimentos (formação bruta de capital fixo), dos atuais 16,9% para 18,3%, do Produto Interno Bruto (PIB).

"Em nossa projeção, o INVESTIMENTO ainda não alcançará 20% em 2010; 18,6% é baixo, mas o INVESTIMENTO havia caído mais neste ano, a quase 16%", comentou o presidente da CNI, Armando Monteiro Neto. "Se quiser se transformar em ECONOMIA de alto crescimento, o BRASIL terá de elevar a poupança e aumentar a taxa bruta de formação de capital para níveis próximos a 25%."

Nas previsões da CNI, o MERCADO consumidor interno não só continuará robusto como deverá receber um impulso do MERCADO de trabalho: a taxa de desemprego deve recuar, de 8,1% em média neste ano, para 7,6% em 2010, e os salários devem aumentar, em média, 5%.

O consumo das famílias, que cresceu cerca de 3,7% em 2009, deverá se elevar em 5,6% no próximo ano, preveem os economistas da entidade. Monteiro Neto lamentou que o governo não tenha condições de aumentar significativamente o INVESTIMENTO do SETOR público, por falta de recursos orçamentários - embora economistas da CNI prevejam a contribuição, nesse item, dos investimentos previstos para a Copa de 2014 e para as Olimpíadas.

Apesar das previsões de aumento no consumo sem o crescimento necessário de INVESTIMENTO, o diretor da Unidade de POLÍTICA Econômica da CNI, Flávio Castelo Branco, prevê que não haverá pressões inflacionárias sobre os preços, já que a demanda por mercadorias poderá ser atendida com a capacidade ociosa nas fábricas e a ainda confortável situação nas contas externas, que permite aumento de importações.

Monteiro Neto cobrou do governo medidas para aliviar a situação dos exportadores, prejudicados pelo aumento dos preços de suas mercadorias no MERCADO externo, com a desvalorização do dólar em relação ao real. A CNI calcula que o dólar estará cotado em R$ 1,70 em 2010, abaixo da média de R$ 1,72 deste ano. Mudar essa taxa é uma tarefa "complexa", diz ele, ao reconhecer que a tendência de queda do dólar é mundial, reflexo da POLÍTICA monetária americana. O governo pode tomar medidas para minimizar o efeito da excessiva valorização do real, como, por exemplo, acelerar a devolução dos impostos cobrados indevidamente dos exportadores, sugeriu.

A principal diferença entre a ECONOMIA brasileira e a de outros países emergentes com elevado crescimento é a qualidade da POLÍTICA fiscal, que não tem gerado poupança suficiente para sustentar o nível necessário de investimentos, alerta o estudo da CNI. Os impactos da crise sobre o comércio externo se mostraram duradouros, mas, ainda assim, será a indústria a liderar a recuperação da ECONOMIA no próximo ano, quando o crescimento do Produto Interno Bruto brasileiro deve se elevar a 5,5%, segundo prevê a CNI.

 
 
 
Outras Notícias
23/12/2009
Mostra de tecnologias sustentáveis
01/12/2009
TMED é primeira empresa pernambucana a receber investimento do CRIATEC
01/12/2009
TMED incrementa linha MCL
 
 
 
  MATRIZ:
Rua: Ricardo Hardman, 552 - Tamarineira
CEP: 52.050-200 - Recife - PE - BRASIL
Fone: +55 81 3366.9100 – Fax: +55 81 3366.9101
MS / VS - No. 800.908-4
E-mail : tmed@tmed.com.br
FILIAL:
Rua: Ouvidor Peleja, 30 - conj. 05 - Saúde
CEP: 04.128 - 000 - S. Paulo - SP - BRASIL
Fone/Fax: +55 11 3938.9100
MS / VS - No. 800.908-4
E-mail: tmed@tmed.com.br